O clima de família que se vive, o afecto que se transmite tem por trás um suporte técnico meticuloso, específico, articulado e multidisciplinar bem como uma filosofia que lhe está adjacente, que direcciona cada gesto. Isto implica cuidados específicos para cada criança.
Todas as crianças têm um minucioso acompanhamento do seu estado de saúde, o que se traduz num acompanhamento hospitalar diário.
Mensalmente são acompanhadas na consulta de transmissão vertical (consulta da especialidade) nos respectivos hospitais (Hospital S. Francisco Xavier, Hospital Dona Estefânia, Hospital de Santa Maria e Hospital Egas Moniz).
Nestas consultas é fornecida toda a medicação antiretroviral necessária para o mês seguinte, cujo stock, ao qual acrescem antibióticos, antipiréticos, descongestionantes, soluções para inalação por nubelização, analgésicos, etc, etc, tirando os antiretrovirais é a Associação que suporta as despesas.
São muitos os efeitos secundários da medicação, que associados à própria doença trazem algumas fragilidades, pelo que frequentemente estes meninos têm que recorrer a consulta de especialidade tais como:
Evolução do número de consultas (gráfico)
Caracterização do acompanhamento hospitalar 2007 (gráfico)
Nota: Os gráficos incluem apenas crianças residentes na Casa SOL
As crianças vão sempre acompanhadas por técnicos às consultas, excepto quando há várias no mesmo dia e em diferentes hospitais; nas consultas menos problemáticas são acompanhadas por uma auxiliar.
Nos internamentos ficam sempre acompanhadas.
Tanto pela diversidade das idades como pelas patologias diferenciadas e a sua seropositividade é exigido um índice de afectação maior, bem como uma maior dinamização de esforços de forma a promover o seu desenvolvimento com vertentes mais específicas.
As crianças que são seronegativas são seguidas pelo Plano Nacional de Saúde.